sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Suécia em Choque - O Progressismo e a Destruição do Ocidente.




A verdade sobre o Welfare State na Suécia.
Ao assistir uma matéria muito reveladora do Jornalista Dave Hurd, da CNB News podemos começar a entender melhor a atmosfera política social da qual vivem os Suecos.









O políticamente correto é uma arma de autodestruição, propriamente das raízes culturais ocidentais. De fato, acredito que o único proposito desta ideologia diabólica seja por um fim a civilização Judaico/cristã que em outrora nos trouxe inúmeros benefícios.
A Suécia vive um período obscuro no que concerne a razão e o bom senso pratico, as pessoas estão com medo de se expressarem, e quando o fazem optam pelo sigilo. O simples ato de sugerir que o Imigrante adira a cultura local, é vista com mal olhar pelos progressistas suecos e interpretado como uma medida intolerante, em outras palavras, exigir que o imigrante absorva a cultura da Suécia ao entrar no país (que seria o minimo que um estrangeiro deveria fazer) é considerado uma afronta a sua integridade cultural. O problema é que este tipo de normativa vem corrompendo o estilo de vida Sueco tradicional, ao ponto em que rezar três vezes ao dia reverenciando Ala se tornará obrigatório assim como Apostasia que segundo o alcorão é um dos delitos mais gaves a fé islâmica, será um crime punido com pena de morte. Não é mais seguro expressar-se contrario as medidas sociais humanitárias do multiculturalismo moderno sem que sua integridade seja abalada. É a "ditadura da maioria" citada por Tocqueville, onde sua opinião se torna sinônimo de "pratica intolerante", onde se expressar contrario a agenda social, significa ser enquadrado de forma repressiva, você então será julgado e punido por simplesmente pensar fora de um padrão social moderno e "revolucionário" pretensamente evolucionista..


Enquanto o establishment político na Suécia vive um faz de conta da Utopia, as condições sociais e econômicas do país estão em declínio absoluto, documentos revelam que em menos de 10 anos a Suécia que sempre regojizou-se de estar no top ranking dos países com um Índice de desenvolvimento humano(IDH) mais qualitativos do mundo, vai se tornar um país de terceiro mundo, abaixo de países subdesenvolvidos como Líbia e Bulgária e isso tudo graças as políticas vigentes "multiculturais" de fruto assistencialista que dominam o país. Uma jornalista da Somália, que morava em Estocolmo na Suécia, optou por voltar a sua terra natal alegando que viver em Mogadíscio era mais seguro do que os subúrbios de Estocolmo. Mais um exemplo empírico que o pragmatismo político progressista é falho é incompatível com a vida real.

O que essa gente alienada não entende, é que em uma democracia existem diferente pontos de vistas e formas de se pensar. A ausência da isonomia ideológica e do pluralismo político tocante ao contexto intelectual, político e social configura na Suécia uma política ideológica homogenia, onde o "igualitarismo" absoluto domina todos os campos de ideias. Logo, uma ditadura não se difere muito disso, a diferença é que a repressão está sendo conduzida não apenas pelo estado mas pela população, que passou por um longo e intenso processo de lavagem cerebral.
As proporções desse modelo social e experimental conduzido na Suécia já nos revela as consequências irreversíveis e nocivas aos estilos sociais que almejam a liberdade.

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