Tolerância não pode
ser inexorável, e quem escolher assentir, deves o fazer com muito esmero, pois
nem sempre aquele há quem vos tolera irá te aceitar.
À hegemonia cultural do ocidente resplandeceu no mundo nos últimos
séculos, e sua importância é inequívoca, desde então, sua influencia e à empírica
do homem, alicerçaram evoluções sociais. É claro, nosso passado é repleto
de erros, inquisições, preconceitos, genocídios, escravidões, guerras... Mas, o
que realmente diferencia a cultura ocidental das outras, é a compressão epistemológica
da liberdade de um povo cujo lutou, defendeu, morreu e aprendeu, para reivindicar
seus direitos. Hoje, graças essa cultura, desfrutamos dos benefícios da
medicina e da tecnologia dentro da sociedade, compreendemos à essência dos
valores que rejeitam à demasia de direito do homem sobre à mulher, conhecemos o
valor da liberdade, deslumbramos as oportunidades que o sistema financeiro pode
nos oferecer, os avanços de nossa educação pedagógica e o nosso caráter de
bom senso, um sistema de vida estimável que é marcado por décadas e décadas de
evolução cultural, porém, ainda sim muito longe da
perfeição é e pode ser considerada uma cultura em sua inteireza que transcendem
as evoluções de outras civilizações em vários aspectos.
Não há relativista cultural que me convença do contrario,
quando presencio problemas sociais macróbios dos quais algumas nações ainda sofrem,
me sinto privilegiado. É deplorável ver ainda que em alguns países a legislação
seja influenciada por uma religião jurássica. Quando no ocidente temos o
direito canônico que não transcende o sistema constitucional, já no islã, isso é
o contrario, pois toda lei é fundada na religião, onde o sistema jurídico é
baseado nos ensinamentos do islã, que tem como referencia o alcorão de Hadith,
formalizando então um estado teocrático, do qual a interpretação legislativa é
totalmente arcaica e antagônica ao ocidente.
No estado islâmico, é obrigatório ser muçulmano, caso
contrario, pode ser condenado por traição e ser enforcado em praça pública ou
apedrejado até a morte. Recentemente, um ex-muçulmano convertido ao cristianismo, não quis negar sua fé
em cristo, por consequência, foi condenado à pena máxima no
Irâ, enforcamento.
Assista o Video:
Irâ, enforcamento.
Assista o Video:
O Islã, também despreza o sexo feminino, onde a mulher é
obrigada a se cobrir e apenas tem permissão para sair acompanhada de seu marido
ou alguma amiga, como também não tem autorizações para dirigir carros.
Uma menina recentemente fora apedrejada até a morte pela lei
de Sharia em sua cidade natal, por desfilar em um concurso de beleza na Ucrânia.
Os adúlteros e homossexuais também são vitimas da lei
islâmica, o qual permite apedrejamento até a morte, essa lei está prevista até
no sistema judicial de alguns países como Irã, Sudão, Nigéria, Paquistão,
Afeganistão, etc.
Sem contar em punições que decepam cabeças e partes do
corpo.
Independente de uma própria legislação vigorar tais
atrocidades, isso está perpetuado na cultura do povo que é reivindicada por aclames populares, uma civilização inteira dogmatizada e estagnada no tempo em
benefício de uma religião vetusta.
Quando um individuo abandona sua terra natal em procura de
outra, se esforça para se adaptar ao ambiente e compreender a cultura local, visando
ponderar sua prórpria normativa baseada em sua cultura, compondo o país que
agora habita por um sentido homogêneo, sem comprometer a integridade cultural
desta nação, pois ele à respeita e a entende.
Já um muçulmano fundamentalista, tem uma visão dogmática e
irredutível em aversão ao país estrangeiro que habita. Sua perspectiva não é de
se adaptar e sim de mudar aquilo que não entende ou do que não gosta, pois sua
religião e sua cultura são determinantes para seu padrão de vida, de modo que nada
possa permear sua realidade, tornando difícil sua aceitação em respeito à
cultura e a moral da qual agora convive.
O continente europeu está com sua integridade cultural
ameaçada, a invasão islâmica no continente é massiva e implacável. Uma pesquisa
de opinião feita na Espanha indicam que entre 7 de 10 muçulmanos que vivem no
país se vêem como muçulmanos e não como espanhóis.
Em algumas cidades, muçulmanos já representam 40% da população local, e isso
preocupa alguns políticos que temem uma futura possibilidade da candidatura de
algum islâmico na política, o que ocasionaria graves mudanças no Status Quo
espanhol. Os muçulmanos querem transformar o Coliseum em uma gigantesca
Mesquita, desde que as touradas foram proibidas nas províncias espanholas de Catalunha,
imagina o que fariam no poder? Todos teriam que aceitar a lei islâmica, que não
é nenhum pouco afável e tolerante.
Vide as manifestações islâmicas em 5 de fevereiro de 2006, onde apedrejaram e incendiaram à embaixada dinamarquesa e norueguesa, somente pelo fato do jornal Dinamarquês
Jylland-Posten publicar no dia 30 de setembro de 2005, 12
caricaturas sobre Maomé, o que na religião islâmica é considerado crime e
desrespeito. Isso sobressaltou e resultou diversas manifestações que
repercutiram em varias cidades do oriente médio, do qual povo barbárie islâmico queimavam
bandeiras da Dinamarca e insultavam o país.
Muçulmanos têm uma concepção ideológica tão arcaica, que sequer
compreendem o significado da liberdade de expressão, uma publicação errada, não
justifica atos de barbáries, isso é reação e característica de um povo retrógrado.
Chegamos a um ponto onde nem mais o jornal europeu tem
liberdade expressiva para publicar matérias, estão limitados e engessados por
uma concepção de tolerância radical, imposta pelo politicamente correto, onde não existe reciprocidade por partes islâmicas. Tolerar um povo o qual não tem tolerância
é a mais pura burrice. Será que o jornal islâmico é tão respeitoso e benevolente ao povo ocidental? Creio que não.
No entanto, a extrema direita conseguiu novamente se impor
no cenário político com discursos Etnocêntricos e anti-islâmicos. As ascensões dos
partidos de extrema direita na Europa em reação aos muçulmanos representa um basta do povo em indignação a hostilidade e a imposição islâmica nos países europeus, uma força desigual que reascendem
antigos sentimentos de ódio, xenofobia e preconceito. O que os muçulmanos deveriam saber,
é que a Europa é um monstro adormecido, pois foi diante de grandes crises econômicas e sociais que surgiram representantes do povo como Adolf Hitler.
Em outras palavras: O radicalismo pertinente à tolerância
imposto pelo politicamente correto europeu, alentará a ascensão da extrema
direita européia, estimulada pela invasão migratória islâmica, dando impulso para a xenofobia, o ódio e o preconceito, conseqüentemente acarretando à eminência de um
líder político europeu na luta contra o excesso da hostilidade islâmica. O radicalismo da tolerância o qual impune muçulmanos, seria deposto pelo radicalismo Eurocêntrico,
levando um extremo a outro, ação e reação.
Cenário político Europeu :
"França
Presidida desde a fundação, em 1972, por Jean-Marie Le Pen, 82 anos, a Frente Nacional conheceu domingo uma sucessão histórica e dinástica. Marine Le Pen, sua filha de 42 anos, foi oficialmente designada presidente do partido durante congresso em Tours, no centro-oeste do país.
A Frente Nacional (FN) rejeita de forma virulenta a imigração, tem um discurso contra as elites e exige a saída do país da União Europeia. Jean-Marie Le Pen chegou a provocar um abalo político em 2002 ao chegar ao segundo turno da eleição presidencial.
Suíça
O partido de direita populista União Democrática de Centro (UDC) é a primeira formação da Confederação desde 2003. Foi reforçado após obter o aval da população sobre duas iniciativas populares que provocaram muito estardalhaço: a proibição de construir minaretes no território suíço, em 2009, e a deportação automática de estrangeiros que tenham cometido crime, em novembro de 2010.
Holanda
Geert Wilders, 47 anos, líder do Partido pela Liberdade (PVV), milita contra "a islamização da Holanda". Defende um imposto sobre o uso do véu e deseja a proibição do Alcorão, o qual compara à autobiografia Mein Kampf, de Adolf Hitler.
O PVV ficou em terceiro lugar nas legislativas de 9 de junho, com 24 cadeiras de deputados num total de 150. Apoia o governo minoritário de centro-direita do liberal Mark Rutte.
Países nórdicos
O crescimento das formações de extrema-direita e populistas é geral. Os Democratas da Suécia (SD), dirigidos por Jimmie Aakesson, 31 anos, entraram no Parlemento nas eleições de setembro, com 5,7%. O partido, herdeiro de uma ex-formação neonazista, ataca a imigração recente e denuncia a islamização do país.
Na Dinamarca, o Partido do Povo dinamarquês (PPD) é a terceira força do Parlamento, com 14,6% das vozes. É aliado ao governo liberal-conservador. Na Finlândia, o partido dos 'Verdadeiros Finlandeses' poderá realizar uma espetacular ascensão nas eleições de abril.
Áustria
A nova figura de proa da extrema-direita é Heinz-Christian Strache, 41 anos, do FPÖ. A sigla ficou em segundo lugar, com 27% dos votos, nas municipais de Viena em outubro de 2010. Ou seja: uma diferença de 12 pontos e um segundo melhor resultado histórico na capital austríaca para o partido, atrás dos 27,9% obtidos em 1996 por seu fundador, J¶rg Haider, falecido em 2008.
O partido exalta os valores cristãos, às vezes com slogans hostis ao Islã. Seduz os jovens e, ao contrário de outras formações de extrema-direita, é pró-israelense.
Hungria
O partido Jobbik (Movimento por uma Hungria melhor) conseguiu, nas legislativas de abril, entrar no Parlamento, tornando-se a terceira força política, com 16,71% dos votos.
Seu presidente, Gabor Vona, 32 anos, chefia o partido desde 2006. O Jobbik é conhecido por suas campanhas agressivas contra os ciganos, e pelo discurso xenófobo e homofóbico. Difere do movimento da extrema-direita por ser abertamente pró-árabe. Seus militantes usam com frequência lenços palestinos por hostilidade a Israel"
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