sexta-feira, 21 de agosto de 2015

O fim da Reputação.

Para o PT, a dissolução da reputação dos seus inimigos, vem sendo um trunfo de suas maiores conquistas 



Aqui irei expor uma breve reflexão análoga do que pode se entender como "deterioração da reputação"

"Aos ingênuos que ainda insistem em dizer que o PT é igual a todos os outros."

Começarei essa analise, não como uma defesa ampla ao cerco de Aécio Neves, mas com único objetivo de retratar a verdade, nada alem da verdade.
Podemos lembrar de um fato ocorrido durante as eleições de 2014, no que desrespeito ao "Aeroporto de Claudio", onde o PT fez duras acusações ao então candidato a presidência da Republica, Aécio Neves.
Pois bem, vejam o que diz o resultado das investigações:
""É a terceira vez que um órgão de controle e investigação confirma a inexistência de irregularidades no projeto – o mesmo Ministério Público Estadual e a procuradoria-geral da República já haviam pedido o encerramento do caso por falta de provas""
O que já era de se esperar, era obvio que não existia irregularidades, pois tudo nao passou de um engodo que facilitaria a vida de Dilma durante a campanha, entretanto não afirmo que acredito 100% na idoneidade de Aécio Neves , mas posso afirmar com 100% de certeza que o PT se beneficiou e ainda se beneficia deste meio de pratica do qual visa acabar com reputações.
Não entendeu?
O PT não se importa se a acusação era falsa ou verdadeira, se iria prejudicar permanentemente ou apenas temporariamente seu oponente, desde que naquele exato momento o fragilizasse, como certamente ocorreu, basta ver a repercussão da mídia e o respaldo que a população teve a cerco do assunto.
Essa pratica política, no minimo busca o oportunismo momentâneo para descredibilizar e fragilizar seus adversários perante situações políticas que visam prejudicar em larga escala seus oponentes. Aécio Neves, teve muito o que se explicar nas eleições 2014 diante das falsas acusações do Aeroporto, do qual supostamente beneficiaria sua família, e o PT sabia disso, na quele momento era tudo ou nada, o PT precisava de folego para apunhalar seus adversários pelas costas e diante disso vencer as eleições, no fim, conseguiram conquistar seus objetivos.

Agora vem a parte análoga, ao que ocorreu a este período.
Julio Camargo, um dos delatores da operação lava Jato, não citou em nenhum momento anterior Eduardo Cunha a algo que o envolvesse com qualquer relacionamento ilícito nas investigações da Petrobras. Pelo contrario, o mesmo já havia negado o envolvimento de Cunha, mais de uma vez, apenas na quarta delação, muito convenientemente , resolveu sem mais sem menos, em uma delação especifica que procuraria retratar outros assuntos, envolver o Presidente da Câmara.
Existem fortes indícios das quais afirmam que o procurador Geral de Republica, Janot, recém nomeado por Dilma, para concorrer as eleições da PGR, estaria pressionando o delator a envolver o nome de Cunha na Operação.
A acusação é grave, seriam mais de 5 milhões de reais repassados ao deputado, segundo Camargo.
Mas quem acompanha de perto a estratégia política petista, sabe muito bem do que transcorre por trás dessa lavagem cerebral oportuna pela qual o PT já utilizou mais de uma vez no que desrespeito a pratica da "destruição de reputação".
Eduardo Cunha, auto declarado OPOSIÇÃO ao governo, a muito vem barrando projetos e avanços ao Planalto, Cunha é agora, assim como Aécio Neves foi, um "incomodo" para o Governo, e como tal, o partido tem o dever de deteriorar a imagem do presidente da Câmara, assim como o fez com Aécio Neves durante as últimas eleições. Não importa-rá ao partido, se essa deterioração, assim como retratei acima, irá ser permanente ou temporária, o que realmente importa-rá é o efeito dessa tatica que fornecera a oportunidade de alcançar objetivos e afins políticos diante da estrategia politiqueira e suja que o PT vem praticando contra seus oponentes.
O PT precisa fragilizar seus adversários e é exatamente isso o que vem fazendo, através de campanhas sujas, falsificadas, oportunas, destroem reputações, e conquistam espaços estratégicos no meio político.
Em fim, a mesma pratica de reputação, usada contra Aécio Neves, é agora usada contra Cunha, por pura conveniência política, para o PT é apenas mais um obstaculo a ser vencido.

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