http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=eDi-IC0VZJo
Já havia comprovado em algumas publicações
aqui no blog, a tendência facínora do governo, de corroborar a disseminação da
hegemonia paradoxal marxista por nossa sociedade.
A convicção do indivíduo atrelado aos princípios conservadores e religiosos, não é tão axiomático em nossa realidade o quanto gostaríamos que fosse. Lideres pavoneiam a sociedade com discursos dos quais são inspirados da razão liberal, uma razão provinda de uma ideologia, onde historicamente agride e vulgariza conceitos e princípios cristãos.
Desde o século XVIII a corrente liberal se confronta com a moral e a tradição cristã. Teoricamente, um dos principais objetivos consistentes da ideia liberal é a fundamentada na existência da liberdade, uma concepção que é atribuída pelo filosofo liberal John Locke. No entanto, Locke não entendia o mesmo quando referia se liberdade religiosa aos católicos.
Há séculos, a prática cristã vem lapidando os costumes e tradições da sociedade ocidental, entrelaçando a cultura e a fé cristã como uma só entidade homogênea.
Só no Brasil, temos centenas de cidades com nomes de santos cristãos, temos o cristo redentor no RJ, uma padroeira, feriados religiosos, leis emanadas dos princípios religiosos como, por exemplo, o direito a vida em aversão ao aborto e até a constituição do Brasil, onde contempla a promulgação sob a proteção de “Deus”.
Veja bem, eu sou um não religioso, considero-me agnóstico (mas tenho minha fé em deus), entretanto, reconheço a importância da igreja, quando penso o que realmente seria de nós sem valores e ensinamentos religiosos? E principalmente, sem o valor familiar que tanto à igreja defende. Até Rousseau, um iluminista, exalta a importância da família como primeiro modelo da sociedade política na tese, “contrato social”.
É notório o esforço liberal em deturpar princípios, convertendo os em nome da razão e da igualdade, um exemplo é o incentivo liberal em assinar carteira para prostitutas, praticamente ai um incentivo da desconstrução da base familiar, pois a prostituição é cultivada pela ausência familiar e não o contrario. Ainda alegam tal atrocidade, pelo direito constitucional qual a mulher exerce em ter carteira profissionalizada, quando na verdade, tal proposta vulgariza e destrói a imagem feminina, assim como destrói a família. Ora, uma vez decidido que o governo apoiara tal iniqüidade, muitas garotas desorientadas que fogem de suas casas, por necessidade econômica e principalmente pelo distanciamento familiar, irão sujeitar se a prostituição, como já vem ocorrendo hoje, e não restarão justificativas para se fazer o contrario. Literalmente o fim dos tempos. O Liberalismo é a principal arma do governo para que alcancem seus objetivos.
Mas, mesmo diante da verdade, o Estado prepotente exala seus discursos soberbos, na perseguição mais do que legitima contra evangélicos, católicos e a família, pois o primeiro passo para a iniquidade é a deturpação do direito religioso e da família.
Casos infames e revoltantes chamaram a minha atenção recentemente, um deles é o da
Psicóloga Maria Lobo, uma das vitimas da ditadura gay. Foi determinado pelo conselho regional de psicologia do estado do Paraná, que Maria retirasse todas as menções a sua fé cristã das redes sociais, sob pena de perder o seu registro profissional, caso não acatasse tal decisão. A ocorrência foi denunciada por um grupo de ativistas homossexuais, onde sentiram se insultados com algumas publicações de indignação de Maria ao PL122, uma lei pro gayzista e anti família. Maria, em defesa citou o inciso VI do artigo 5º da Constituição Federal, que garante ser“inviolável a liberdade de consciência e de crença.
Um episódio deplorável de perseguição religiosa, aconteceu com o PE. Paulo Ricardo que poderá ser censurado, até de publicar vídeos no Youtube. Conhecido por lutar contra as iniquidades da PNDH3, PL122 , aborto, e por denunciar corrupção dentro da igreja católica.
A apesar de a igreja ser responsável pela defesa perpetua das leis naturais e morais as quais realmente emanam a verdadeira liberdade do homem, a subversão e a infiltração gramsciana não deixaram de fora nem mesmo a comunidade eclesiástica. No dia 27 de fevereiro, um grupo de sacerdotes enviou uma carta à Aquidiocese de Cuiabá contra o Padre Paulo Ricardo, alegando que ele nao tinha sáude mental para continuar exercendo sua função, um ultraje:
“Solicitamos, portanto, de Vossas Excelências Reverendíssimas que Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior seja imediatamente afastado das atividades de magistério no Sedac [Studium Eclesiástico Dom Aquino Corrêa] e das demais atividades por ele desenvolvidas nas diversas instituições formativas sediadas na Arquidiocese e fora dela tais como direção espiritual de seminaristas, palestras, conferências e celebrações, pois não tem saúde mental para ser formador de futuros presbíteros. Pedimos também que seja afastado de todos os meios de comunicação social em todo e qualquer suporte, isto é, meios eletrônicos, meios impressos, mídias sociais e rede mundial de computadores”
Para completar a cena, o poder judiciário do Rio Grande do Sul proibiu todos os tribunais de usarem o crucifixo, a pedido de uma minoria elitista, denominada, Liga Brasileira de Lésbicas. A arquidiocese do RS não manifestou a polêmica.
Isso é inédito na historia do Brasil, uma atuação dúbia do poder judiciário em impor nos uma lei capciosa onde definitivamente não se preocupou em apurar a opinião da grande maioria esmagadora, 90%, evangélicos e católicos. O judiciário, cedeu a um pedido de uma minoria má intencionada. Aceitar isto é o mesmo que pedir para destruir o cristo redentor por desrespeitar os ateus e homossexuais, ou substituir o nome São Paulo por Clodovil.
Não é porque o estado é laico que se destrói a historia cultural e tradicional de uma civilização, os crucifixos representam uma referencia aos valores que estão outorgados principalmente em nossa constituição e leis, como havia me referido anteriormente. A Liga Brasileira de Lésbicas, assim como outras entidades semelhantes, sentem se ofendidos pela imagem de cristo e principalmente por serem brasileiros. Ora, todos nós somos herdeiros das tradições e costumes lusitanos e cristãos, os quais moldam a sociedade como a conhecemos hoje, é isso o que diferencia uma nação da outra, os traços culturais que perpetuam no país e que realmente nos tornam brasileiros de “sangue”. Porém, a Liga Brasileira das Lésbicas, preferem vandalizar a cultura nacional com histerismo, e o supremo do RS ainda acata tal desrespeito com os brasileiros.
Constituição :
“Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.”
Será que o poder judiciário do Rio grande do Sul também considerará um desrespeito as classes minoritárias elitista a promulgação do inciso constitucional o qual refere que está protegida por Deus?
A comunidade eclesiástica não pode aceitar isso, é preciso tomar oposição aos acontecimentos anticristãos e anti-familiares.
Padre Marcelo, pela primeira vez na historia do país, chama evangélicos para juntarem forças contra o governo. Na verdade, um sinal de repudiação contra os eventos controversos que vem ocorrendo, por injustiça-mento, perseguições, preconceitos, uso da pratica liberal para justificar tais atos maléficos, pela promulgação de leis nefastas e principalmente pela restrição ao estado de direito.
A convicção do indivíduo atrelado aos princípios conservadores e religiosos, não é tão axiomático em nossa realidade o quanto gostaríamos que fosse. Lideres pavoneiam a sociedade com discursos dos quais são inspirados da razão liberal, uma razão provinda de uma ideologia, onde historicamente agride e vulgariza conceitos e princípios cristãos.
Desde o século XVIII a corrente liberal se confronta com a moral e a tradição cristã. Teoricamente, um dos principais objetivos consistentes da ideia liberal é a fundamentada na existência da liberdade, uma concepção que é atribuída pelo filosofo liberal John Locke. No entanto, Locke não entendia o mesmo quando referia se liberdade religiosa aos católicos.
Há séculos, a prática cristã vem lapidando os costumes e tradições da sociedade ocidental, entrelaçando a cultura e a fé cristã como uma só entidade homogênea.
Só no Brasil, temos centenas de cidades com nomes de santos cristãos, temos o cristo redentor no RJ, uma padroeira, feriados religiosos, leis emanadas dos princípios religiosos como, por exemplo, o direito a vida em aversão ao aborto e até a constituição do Brasil, onde contempla a promulgação sob a proteção de “Deus”.
Veja bem, eu sou um não religioso, considero-me agnóstico (mas tenho minha fé em deus), entretanto, reconheço a importância da igreja, quando penso o que realmente seria de nós sem valores e ensinamentos religiosos? E principalmente, sem o valor familiar que tanto à igreja defende. Até Rousseau, um iluminista, exalta a importância da família como primeiro modelo da sociedade política na tese, “contrato social”.
É notório o esforço liberal em deturpar princípios, convertendo os em nome da razão e da igualdade, um exemplo é o incentivo liberal em assinar carteira para prostitutas, praticamente ai um incentivo da desconstrução da base familiar, pois a prostituição é cultivada pela ausência familiar e não o contrario. Ainda alegam tal atrocidade, pelo direito constitucional qual a mulher exerce em ter carteira profissionalizada, quando na verdade, tal proposta vulgariza e destrói a imagem feminina, assim como destrói a família. Ora, uma vez decidido que o governo apoiara tal iniqüidade, muitas garotas desorientadas que fogem de suas casas, por necessidade econômica e principalmente pelo distanciamento familiar, irão sujeitar se a prostituição, como já vem ocorrendo hoje, e não restarão justificativas para se fazer o contrario. Literalmente o fim dos tempos. O Liberalismo é a principal arma do governo para que alcancem seus objetivos.
Mas, mesmo diante da verdade, o Estado prepotente exala seus discursos soberbos, na perseguição mais do que legitima contra evangélicos, católicos e a família, pois o primeiro passo para a iniquidade é a deturpação do direito religioso e da família.
Casos infames e revoltantes chamaram a minha atenção recentemente, um deles é o da
Psicóloga Maria Lobo, uma das vitimas da ditadura gay. Foi determinado pelo conselho regional de psicologia do estado do Paraná, que Maria retirasse todas as menções a sua fé cristã das redes sociais, sob pena de perder o seu registro profissional, caso não acatasse tal decisão. A ocorrência foi denunciada por um grupo de ativistas homossexuais, onde sentiram se insultados com algumas publicações de indignação de Maria ao PL122, uma lei pro gayzista e anti família. Maria, em defesa citou o inciso VI do artigo 5º da Constituição Federal, que garante ser“inviolável a liberdade de consciência e de crença.
Um episódio deplorável de perseguição religiosa, aconteceu com o PE. Paulo Ricardo que poderá ser censurado, até de publicar vídeos no Youtube. Conhecido por lutar contra as iniquidades da PNDH3, PL122 , aborto, e por denunciar corrupção dentro da igreja católica.
A apesar de a igreja ser responsável pela defesa perpetua das leis naturais e morais as quais realmente emanam a verdadeira liberdade do homem, a subversão e a infiltração gramsciana não deixaram de fora nem mesmo a comunidade eclesiástica. No dia 27 de fevereiro, um grupo de sacerdotes enviou uma carta à Aquidiocese de Cuiabá contra o Padre Paulo Ricardo, alegando que ele nao tinha sáude mental para continuar exercendo sua função, um ultraje:
“Solicitamos, portanto, de Vossas Excelências Reverendíssimas que Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior seja imediatamente afastado das atividades de magistério no Sedac [Studium Eclesiástico Dom Aquino Corrêa] e das demais atividades por ele desenvolvidas nas diversas instituições formativas sediadas na Arquidiocese e fora dela tais como direção espiritual de seminaristas, palestras, conferências e celebrações, pois não tem saúde mental para ser formador de futuros presbíteros. Pedimos também que seja afastado de todos os meios de comunicação social em todo e qualquer suporte, isto é, meios eletrônicos, meios impressos, mídias sociais e rede mundial de computadores”
Para completar a cena, o poder judiciário do Rio Grande do Sul proibiu todos os tribunais de usarem o crucifixo, a pedido de uma minoria elitista, denominada, Liga Brasileira de Lésbicas. A arquidiocese do RS não manifestou a polêmica.
Isso é inédito na historia do Brasil, uma atuação dúbia do poder judiciário em impor nos uma lei capciosa onde definitivamente não se preocupou em apurar a opinião da grande maioria esmagadora, 90%, evangélicos e católicos. O judiciário, cedeu a um pedido de uma minoria má intencionada. Aceitar isto é o mesmo que pedir para destruir o cristo redentor por desrespeitar os ateus e homossexuais, ou substituir o nome São Paulo por Clodovil.
Não é porque o estado é laico que se destrói a historia cultural e tradicional de uma civilização, os crucifixos representam uma referencia aos valores que estão outorgados principalmente em nossa constituição e leis, como havia me referido anteriormente. A Liga Brasileira de Lésbicas, assim como outras entidades semelhantes, sentem se ofendidos pela imagem de cristo e principalmente por serem brasileiros. Ora, todos nós somos herdeiros das tradições e costumes lusitanos e cristãos, os quais moldam a sociedade como a conhecemos hoje, é isso o que diferencia uma nação da outra, os traços culturais que perpetuam no país e que realmente nos tornam brasileiros de “sangue”. Porém, a Liga Brasileira das Lésbicas, preferem vandalizar a cultura nacional com histerismo, e o supremo do RS ainda acata tal desrespeito com os brasileiros.
Constituição :
“Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.”
Será que o poder judiciário do Rio grande do Sul também considerará um desrespeito as classes minoritárias elitista a promulgação do inciso constitucional o qual refere que está protegida por Deus?
A comunidade eclesiástica não pode aceitar isso, é preciso tomar oposição aos acontecimentos anticristãos e anti-familiares.
Padre Marcelo, pela primeira vez na historia do país, chama evangélicos para juntarem forças contra o governo. Na verdade, um sinal de repudiação contra os eventos controversos que vem ocorrendo, por injustiça-mento, perseguições, preconceitos, uso da pratica liberal para justificar tais atos maléficos, pela promulgação de leis nefastas e principalmente pela restrição ao estado de direito.
Nenhum comentário:
Postar um comentário