Muitos comemoraram precipitadamente o voto do Ministro Edson Fachin por manter a chapa da oposição a decisão original da Câmara sob o Rito do Impeachment, vide Rodrigo Constantino que elogiou a pretensa boa ação do Ministro a pouco.
Enquanto Fachin fazia de seu voto um espetáculo aberto aos defensores do Impeachment, os Ministros um a um suspendiam o Rito original da Câmara. A questão é, Fachin já sabia qual erá a determinação do STF quando decidiu barrar o processo de Impeachment acatando a liminar entregue pelo PCdoB semana passada. Tudo não passou de um engodo, uma estrategia onde a Suprema Corte suspendia o processo na Câmara e concedia a prerrogativa do Impeachment ao Senado que tem maioria governista. É formidável, Fachin não mais poderá ser chamado de "o ministro governista" por ter articulado teatralmente sob a decisão inédita do STF. Felizmente, o Ministro subestima nossa inteligencia.
O STF violou a lei 1.079 interferindo diretamente ao poder legislativo, como disse o Ministro Gilmar Mendes:
"Vamos dar a cara à tapa. Estamos tomando uma decisão casuística. Assumamos então que estamos manipulando o processo."
"Vamos dar a cara à tapa. Estamos tomando uma decisão casuística. Assumamos então que estamos manipulando o processo."

só mesmo um idiota não percebeu que ele assoprou antes da mordida que já era certa, bem combinadinha, nos bastidores.
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